quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Segundo Semestre

Olá!

O segundo semestre chegou e eu nem para arrumar tempo para divulgar os projetos :( Que feio, hem?!?!?!?!

Pois tem muita coisa legal vindo por aí e vou me organizar para divulgar todas as elas!

Para começar bem, aproveito para divulgar o projeto SIS.



Que tal dar uma olhada no blog deles???? Estou pra ver povo mais empolgado que esse! Além de cumprirem as metas do semestre de ter um projeto que envolvesse eletronica analogica, digital, uma plataforma de automação e uma interface gráfica, eles se empolgaram na quantidade de sensores! Uau!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Projeto Interdisciplinar 1.Sem 2016

Olá a Todos!



Depois de muito trabalho, esse é o resultado dos projeto interdisciplinares desse semestre!



Foram mais de 70 grupos de trabalhos num total de quase 300 alunos envolvidos em dois campi: Campinas e Itatiba.



Obrigada a todos :D



Vocês as vezes acabam com minha paciencia e meu domingo, mas em compensação me dão muitas alegrias!!!!!!




sexta-feira, 11 de março de 2016

Aprendendo com Pratica

"I forget what I read, I remember what I see, I learn what I do"

(Eu esqueço o que leio, Eu lembro o que vejo, Eu aprendo o que faço)

Vivemos em um mundo dominado pela tecnologia. É quase impossível imaginar uma posição de trabalho em que o computador não é a ferramenta principal. Vamos encarar, até mesmo as crianças parecem ter uma habilidade inata para encontrar o seu caminho no mundo digital. 

Agora é o momento para os não tão jovens, que através do uso de aprendizado baseado em jogos em dispositivos e computadores, tenham a oportunidade perfeita para se familiarizarem com os desafios virtuais, cenários interativos, navegarem na Internet ou o simples gerenciamento de usuários e senhas. Aprendizado baseado em jogos fornece as ferramentas necessárias para adaptar, gradualmente e facilmente, às novas tecnologias.

Entre os benefícios reconhecidos da utilização de jogos de vídeo aplicadas são a melhoria da capacidade de concentração, visão espacial e desenvolvimento cognitivo, motivacional e social.


Retirado de: EVA - Educação Via Arduino
(https://www.facebook.com/EVA-Educa%C3%A7%C3%A3o-Via-Arduino-396212987180402/)

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Energia por outro angulo

O tema do projeto integrador desse semestre continua sendo "ENERGIA". Mas que tal fugir do tradicional (agua, sol) e começar a pensar em outras possibilidades?

Compartilho o artigo a seguir (que pode ser lidona integra aqui) para te animar a sempre olhar por outro angulo ;)

"Uma tecnologia vinda do Chile pode ser uma alternativa curiosa para a recarga de dispositivos eletrônicos: com ela, em vez de ir atrás de uma tomada, você precisa procurar uma planta.
Trata-se do projeto E-Kaia, que começou como um trabalho universitário de três amigas e se transformou em uma startup que já acumula prêmios mesmo sem o produto no mercado.
O E-Kaia captura energia de plantas utilizando uma "placa de biocircuitos" e só precisa ser "enterrado" em um local de cultivo de uma planta bem cuidada. Aparentemente, o sistema recupera energia restante da fotossíntese e é capaz de fornecer 5 volts a 0.6 ampere. ..." (continua no link)

domingo, 21 de junho de 2015

Projetos Cientificos

Uau! Veja nesse artigo que interessante sobre os projetos cientificos mais incriveis feitos em escola.
Se eles conseguiram, você pode conseguir também :D

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Para que serve tecnologia?

Gostei muito desse artigo sobre tecnologia que pode ser lido em sua pagina original ou copiado aqui embaixo. Tecnologia ... para que serve? por Luis Alt.  Não podemos perder o foco ...


Tecnologia… para que serve?

por Luis Alt | 2 04 2013
Hoje conecto na EISE um módulo chamado Tech Trends. Se olharmos a definição pura e crua do termo, tudo indicaria que passearíamos durante as 8 horas de duração do curso por novas tendências tecnológicas, quem ou que empresa está por trás de cada uma delas e como fazer para entender o que acontecerá graças a ela (talvez quais novas tecnologias poderiam surgir ou comportamentos alterados graças a essas novidades).
Eu entendo que é realmente difícil pensar nos dias de hoje em ‘tecnologia’ sem que não nos venha a mente um telefone celular com tela touch ou um óculos com câmera (o famoso e tão esperado Google Glass). Associamos as tecnologias aos aparelhos que são lançados por grandes marcas no mundo e nos surpreendemos com o que elas são capazes de fazer. Mas aí é que está o ponto não tão óbvio… tecnologias auxiliam como meios e não necessariamente deveriam ser um fim por si só.

• Ponto de auto-atendimento em um supermercado Target •
A dizer bem a verdade, convivemos com tecnologias desde que o homem inventou seus instrumentos de caça e pesca, o fogo e a locomoção. Desde que o homem descobriu que precisava se cobrir do frio ou buscar abrigo ao calor. A verdade é que antes mesmo do homem, tecnologias estão disponíveis por todas partes na natureza. Alguns podem até dizer que tecnologia tem a ver com o que o homem cria, porém para mim essa é só uma maneira pouco inspiradora de olhar para o assunto.
A origem do termo vem do grego tekhnologia que tem algo a ver com tratamento sistemático, método, conhecimento técnico sobre algo, que por sua vez provêm da palavra tekhnē que significa ‘arte&ofício’ + logia que é o estudo de algo. No caso, estudo da ‘arte&ofício’ (arts&crafts). Ou seja, uma tecnologia é criada para sistematizar e/ou nos ajudar a realizar determinada função. Utilizamos tecnologias para nos auxiliar, para facilitar, para melhorar as nossas vidas, mas ela, por si só, não é o objetivo e sim apenas um elemento habilitador.
Quando você olha para um celular, você deveria imaginá-lo como um meio de o ajudar a fazer algo, e não apenas como um monte de processadores ultra-modernos, telas de toque com alta definição, sistema de armazenagem em flash e assim por diante. Esses são apenas alguns dos indícios de como esse elemento poderia ajudar você. Mas a verdade é que isso também não quer dizer nada. O que procuramos visualizar em nosso módulo, mais do que novas tecnologias, são as funções por trás de várias dessas tecnologias existentes e disponíveis atualmente e como produtos ou serviços se organizam para satisfazer essas necessidades atualmente.

• Sistema de informação em concessionária Mercedes-Benz •
Imagine uma pessoa em uma loja. O que ela precisa fazer para conseguir comprar o que deseja? Entre outras coisas ela precisa ver preços, comparar modelos, buscar informações, experimentar algo que a tenha interessado, pagar e ir embora com o que veio procurando. Agora imagine as diferentes tecnologias que existem para cada uma dessas funções. Preços podem estar em etiquetas, gôndolas, colados no produto ou até mesmo serem apenas consultados em terminais. Poderia ser de outra maneira? Com certeza! Levar um produto embora pode ser feito diretamente pela pessoa através de uma sacola (que pode ser de plástico ou ‘ecológica’) ou até mesmo já ser despachado diretamente para minha casa. E por aí vai …
Nosso papel como designers de um novo mundo orientado a serviços é ajudar nossos usuários a navegar nessa complexidade, mantendo o nosso foco nas funções e não nas tecnologias utilizadas para supri-las. E deixa eu falar uma coisa pra vocês, não é tarefa fácil. Precisamos manter em mente que as tecnologias são habilitadoras e cabe a nós, como especialistas, orquestrá-las da melhor maneira possível. Esse é o nosso papel!
Por isso, da próxima vez que você estiver projetando algo, não fique preso ao ‘aplicativo x’ ou ao ‘totem y’, pois essa não é a razão de existir do seu projeto. As tecnologias estão em constante evolução, enquanto as necessidades das pessoas seguem, em grande parte, as mesmas. O que você deve se perguntar realmente é porque determinada novidade  merece aparecer na jornada do usuário, qual a sua função e como ela será útil. Questione sempre … Para que serve?